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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

"... as pessoas tendem a pensar que a felicidade é um golpe de sorte, algo que talvez desça sobre nós como o bom tempo se formos suficientemente afortunados. Mas não é assim que a felicidade funciona. A felicidade é a consequência do esforço pessoal. Lutamos por ela, procuramo-la arduamente, insistimos nela e às vezes até viajamos pelo mundo fora à sua procura. Temos de participar infatigavelmente nas manifestações das nossas próprias bençãos. E quando atingimos um estado de felicidade, nunca devemos descurar a sua manutenção, temos de fazer um esforço supremo para continuar a nadar eternamente na sua direcção, para ficarmos a flutuar sobre ela. Se não o fizermos, o nosso contentamento inato ir-se-á esvaindo."
in "Comer, Orar e Amar"

segunda-feira, 14 de junho de 2010

"Cada um que passa na nossa vida passa sozinho
porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra.
Cada um que passa na nossa vida passa sozinho
mas não vai só nem nos deixa sós.
Leva um pouco de nós mesmos, deixa um pouco de si mesmo.
Há os que levam muito, mas há os que não levam nada.
Essa é a maior responsabilidade da nossa vida
e a prova de que duas almas nunca se encontram por acaso."
Antoine de Saint-Exupéry
Do autor d'O Principezinho, quem mais?

domingo, 27 de dezembro de 2009

"São aqueles que mais amamos que nos animam num instante e nos destroem sem se esforçarem."

É isto mesmo que eu penso.
As pessoas que mais amamos são as que melhor nos conhecem. E com elas não fazemos cerimónias. A elas dizemos as coisas sem pensar na maneira como as dizemos. Dizemos simplesmente. Sem pensar na hipótese de as magoarmos. É mesmo assim. No fim podemo-nos arrepender. Muitas vezes isso acontece. Mas dizemos. E o contrário também acontece.
São essas pessoas que nos devem pôr os pés na terra, que nos devem puxar quando já vamos a subir demasiado alto.
Com elas não temos de pensar antes de falar. Porque já nos conhecem, já sabem que não é assim que pensamos na realidade, que estamos num dia mau.
É a elas que dizemos, muito provavelmente, as coisas mais ofensivas e que mais magoam. E o contrário também acontece.

Encontrei a frase no livro que estou a ler. E resume exactamente aquilo que penso.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Anjos e Demónios


Não sei se por já não me lembrar exactamente do livro, o facto é que adorei o filme. Prendeu-me do início ao fim, tal como o fez o livro. Do pouco que me lembro, acho que correspondeu às expectativas e tenho ideia de que era exactamente assim que eu imaginava os lugares e as coisas.

Apesar de, provavelmente ser mais ficção do que realidade, a verdade é que a história impressiona e nos deixa a pensar se as coisas são realmente da maneira que o livro as retrata. Os factos que tínhamos como certos e, de certo modo, inquestionáveis, deixam de repente de o ser. Passamos a questionar e a ver tudo de outra forma, com outros olhos. Já não é tudo preto ou branco, mas ficamos sim com a certeza de que há muitas tonalidades de cinzento pelo meio e muitas perguntas para as quais, muito provavelmente, nunca havemos de ter resposta.
Quero ver se não releio o livro tão cedo, para ficar com a impressão de que o filme lhe é fiel :p

terça-feira, 7 de abril de 2009

Decidi reler "O Principezinho"

Só porque sim, porque me apetece.
Talvez porque sei que me vai trazer recordações antigas. Porque é um livro que aconchega o coração. Mas um aconchego bom, daqueles quentinhos, de Domingo ao final da tarde.
Porque sei que está cheio de frases verdadeiras, daquelas que tocam num sítio que só de vez em quando nos lembramos que existe.
Porque quero relembrar que as coisas vistas por uma criança são sempre mais simples.


domingo, 18 de janeiro de 2009

Poema #1

Ontem foi dia de mais um dos nossos jantares. Dois anos depois, voltámos lá e foi fantástico :)

A Sílvia ofereceu-me um Poemário de Fernando Pessoa. Tem um poema para cada dia do ano e, por isso, este blogue vai passar a ter uma vertente de cultura ;) mas como hoje já é dia 18 e há mais poemas para trás, vou transcrever o do dia 2 de Janeiro:

Poema de hoje:

"Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do universo...
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer,
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro,
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe de todo
o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos
podem dar,
E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver."
Alberto Caeiro, Poesia
Música que vai na minha cabeça: "The man who can´t be moved" - The Script

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Ler ler ler!

Finalmente voltei a ter vontade de ler!!!!! :D

Quer dizer, vontade já eu tinha, mas depois não pegava no livro... Mas agora não! Agora só me apetece ler, vou para a cama e quero ler, ler, ler!

Já estava a estranhar, tanto tempo e com livros por estrear ;)

Música que vai na minha cabeça: por incrível que me pareça, não vai música nenhuma! Incrível... :p