sexta-feira, 2 de setembro de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Coisas boas #9
quinta-feira, 28 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Coisas boas #8
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Dos meus filmes de eleição #2
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Coisas boas #7
Eu cá acho que temos sempre espaço para conhecer pessoas novas. Umas não se substituem às outras, a menos que circunstâncias da vida o provoquem. Mas por norma, as amizades acumulam-se.terça-feira, 12 de abril de 2011
Coisas boas #6
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Dos meus filmes de eleição #1
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Coisas boas #4 e Saudades #3
quinta-feira, 31 de março de 2011
Passear é tão bom, não é?
quinta-feira, 24 de março de 2011
E por falar em gostos e quereres
Gostos não se discutem
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Coisas boas #1

Isto soa a Verão, a calor na cara, a óculos de sol e roupa fresca, a fins de tarde de esplanadas, gelados e chinelos no pé. A restos de areia misturada com protector solar. A manhãs e noites quentes. Ai o Verão que já chegava.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Da rádio
E por falar em Caderneta de Cromos, aquilo é uma autêntica viagem à infância/adolescência. Bem, por vezes é uma viagem à infância/adolescência deles, logo, nunca ouvi falar do cromo que eles estão a relembrar naquele dia. Mas mesmo assim, gosto muito de os ouvir. E há cromos em que vale mesmo a pena dizer "Ena pá, era mesmo! Que saudades!".
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Não gosto de elogios dados à toa.
Os elogios são daquelas coisas que sabem bem quando surpreendem. Quer pela pessoa que os diz, quer pelo momento/contexto em que são ditos. Sabem bem, fazem bem ao ego e é ver a auto-estima a subir até mais não.
Mas o que é demais também enjoa. Chega a um ponto em que já parecem forçados e que trazem água no bico. Podem até não trazer nada de nada, podem ser o mais sinceros possível, mas deixam de saber bem. Sabem a nada, mesmo. Irritam-me. É estúpido, se calhar é, mas não gosto. Pronto. Que fazer?
Os elogios deviam ser ditos mesmo para surpreender, para fazer sentir a outra pessoa como a mais importante e especial. E devem ser ditos no momento certo. Aliás, ditos no momento certo, é do melhor que há. Sabem a chocolate e a gelados e põem-nos sorrisos na cara.
sábado, 15 de maio de 2010
Tony Carreira nas noites da Queima das Fitas de Coimbra.
Tenho para mim que vai ser: gritos histéricos dados por meninas/miúdas/mulheres histéricas; t-shirts com a cara do Tony, sorridente até mais não, cheias de coraçõezinhos e frases bonitas que só elas ou ainda a versão que não pode faltar, em que cada t-shirt é uma letra do nome do artista (?) e depois andam juntinhas (isto partindo do princípio que são mulheres), para a palavra andar sempre bem escrita; cartazes com a bela da frase "Tony, faz-me um filho" ou "Tony, casava-me contigo". Às tantas de minha casa até as (os??) vou conseguir ouvir em coro (nããããoooo!!!).
Pronto, vale o objectivo da coisa: todo o dinheiro dos bilhetes vai ser usado para fins solidários. É a Noite Solidária. Felicito a iniciativa. Mas e fazer uma note solidária com outro artista, não?
Não tenho nada contra o senhor, que não tenho. Até que parece ser boa pessoa e tudo e tudo e tudo. Mas é quase como batas fritas e esparguete, não combina pá.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Apetecia-me tudo isto ao mesmo tempo? Pode ser? É possível?
terça-feira, 11 de maio de 2010
Mas porque é que este senhor escreve tão bem?*
Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer, os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar. Sim, mas como se faz? Como se esquece?
Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saiem de lá. Estúpidas!
É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou de coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguém antes de terminar de lembrá-lo. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa, esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos distrairmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera, acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos, amigos, livros e copos, pagam-se depois em conduídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.
Porque é que é sempre nos momentos em que estamos mais cansados ou mais felizes que sentimos mais falta das pessoas que amamos? O cansaço faz-nos precisar delas. Quando estamos assim, mais ninguém consegue tomar conta de nós. O cansaço é uma coisa que só o amor compreende. A minha mãe. O meu amor.
As pessoas nunca deveriam morrer, nem deixarem de se amar, nem separar-se, nem esquecer-se, mas morrem e deixam e separam-se e esquecem-se. Mas é preciso aceitar, é preciso sofrer, dar murros na mesa, não perceber. E aceitar. Se as pessoas amadas fossem imortais perderíamos o coração.
Há grandeza no sofrimento. Sofrer é respeitar o tamanho que teve um amor. No meio de remoinho de erros que nos resolve as entranhas de raiva, do ressentimento, do rancor, temos de encontrar a raiz daquela paixão, a razão original daquele amor.
As pessoas magoam-se, separam-se, abandonam-se, fazem os maiores disparates com a maior das facilidades. Para esquecê-las, é preciso chocá-las primeiro. Esta é uma verdade tão antiga que espanta. Reparem como ainda temos esperanças de contorná-la.
Para esquecer uma pessoa não há vias rápidas, não há suplentes, não há calmantes, ilhas nas Caraíbas, livros de poesia. Só há lembrança, dor e lentidão, com uns breves intervalos pelo meio para retomar o fôlego.
Podemos arranjar as maneiras que quisermos de odiar quem amámos, de nos vingarmos delas, de nos pormos a milhas, de lhe pormos os cornos, mas tudo isso não tem mal. Nem faz bem nenhum. Tudo isto conta como lembrança, tudo isso conta como uma saudade contrariada, enraivecida, embaraçada por ter sido apanhada na via pública, como um bicho preto e feio, um parasita de coração, uma peste, uma barata esperneante: uma saudade de pernas para o ar.
terça-feira, 16 de março de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
Detesto sentir as nuvens por cima de mim e não poder ver e sentir o sol.
O sol anima, põe sorrisos na cara, traz gargalhadas e gelados, casacos menos quentes e dias maiores.
Ainda não parou de chover hoje. Já chega de chuva, não?



