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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

At the end of the day, there are some things you just can't help but talk about. Some things we just don't want to hear, and some things we say because we can't be silent any longer. Some things are more than what you say, they're what you do. Some things you say cause there's no other choice. Some things you keep to yourself. And not too often, but every now and then, some things simply speak for themselves.


Anatomia de Grey


Porque há coisas que, na verdade, devem ser ditas, sobretudo quando se começa a falar nelas e depois não se acaba. Quando se levanta a ponta do véu e não se mostra tudo. Quando se toca levemente no assunto e a outra pessoa fica a pensar e quer ouvir o resto e não se desenvolve mais. Para quê começar e não terminar o que se começou a dizer? Para quê trazer o tema, sequer, à baila, quando muitas vezes nem se falava de nada próximo?

Detesto conversas deixadas a meio. Detesto ter que ler nas entrelinhas e ter que supor/imaginar o que quer que seja que a outra pessoa quis dizer ou dar a entender.

Será pedir muito que fale de uma vez por todas e que diga tudo de uma vez em vez de deixar para uma melhor oportunidade? Essa oportunidade pode nem surgir e depois, a intenção de ter essa conversa um dia mais tarde, morre por terra.

Para mim não faz sentido. Para isso, nem vale a pena começar.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Coisas boas #9

Homem que é homem quer-se a cheirar bem.

Não é preciso que pareça que tomou banho em perfume, basta que, ao passar por nós, consigamos sentir o cheiro, mas não que o fiquemos ainda a sentir quando o sujeito já virou a esquina, entrou dentro do carro e já vai longe. Aí já é um exagero.


quinta-feira, 28 de abril de 2011

"And it's not so important happy ever after, just that it's happy right now. See once in a while, once in a blue moon, people will surprise you, and once in a while people may even take your breath away."

Grey's Anatomy

É como o meu primito de 5 anos (aquele que namora com a miúda que não é para casar) me oferecer uma flor. Ainda há quem tenha a capacidade de nos surpreender. À falta de quem me ofereça flores, está (esteve) lá o meu primo para me pôr um sorriso na cara. Começa cedo a criança.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Coisas boas #8

Daquelas conversas mesmo meeeesmo antigas.

É giro. E bom. E às vezes dá um nó no estômago.

Mas continua a ser bom.

E dá vontade de rir.

E lemos outra vez.

E parece que foi ontem

Ainda é bom.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Dos meus filmes de eleição #2

Jesse: I don't know, I think that if I could just accept the fact that my life is supposed to be difficult, you know, that's what to be expected, then I might not get so pissed-off about it and I'll just be glad when something nice happens.


Before Sunrise


Quanto mais não seja, para darmos mais valor às coisas boas quando elas acontecem...

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Coisas boas #7

Eu cá acho que temos sempre espaço para conhecer pessoas novas. Umas não se substituem às outras, a menos que circunstâncias da vida o provoquem. Mas por norma, as amizades acumulam-se.

E depois é bom, quando pessoas que conhecemos há pouco se tornam, quase instantaneamente, amigas, daquelas com quem sabemos que podemos contar e com quem descobrimos que temos tanto em comum.

É nestas alturas que penso que determinadas coisas acontecem na nossa vida, naquele momento, porque têm de acontecer exactamente assim. E que conhecemos certas pessoas por alguma razão.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Coisas boas #6

Das melhores coisas, sem dúvida.

Seja o lanchinho na rua.

O gelado no parque.

O café na esplanada.

Conduzir de janela aberta.

Quer-se é sol!

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Dos meus filmes de eleição #1

Jesse: Alright, I have an admittedly insane idea, but if I don't ask you this it's just, you know, it's gonna haunt me the rest of my life.

Celine: What?

Jesse: I want to keep talking to you, you know. I have no idea what your situation is, but I feel like we have some kind of connection, right?

Celine: Yeah, me too.

Jesse: Yeah, right, weel, great. So listen, so here's the deal. This is what we should do. You should get off the train with me here in Vienna, and come check out the capital.

Celine: What?

Jesse: Come one. It'll be fun. Come on.

Celine: What would we do?

Jesse: I don't know. All I know is I have to catch an Austrian Airlines flight tomorrow morning at 9:30 and I don't really have enough money for a hotel, so I was just going to walk around, and it would be a lot more fun if you came with me. And if I turn out to be some kind of psycho, you know, you just get on the next train. Think of it like this: jump ahead ten, twenty years, ok, and you're ,married. Only your marriage doesn't have that same energy that it used to have, you know. You start to blame your husband. You start to think about all those guys you've met in your life and what might have happened if you'd picked up with one of them, right? Well, I'm one of those guys. That's me, you know. So think of this as time travel, from then to now, to find out what you're missing out on. See, what this really could be is a gigantic favour to both you and your future husband to find out that you're not missing out on anything. I'm just as big a loser as he is, totally unmotivated, totally boring, and you made the right choice, and you're really happy.

Celine: Let me get my bag.


Before Sunrise


E por falar em arriscar? Era a isto que me referia. Fazer sem olhar para trás. Sem pensar duas vezes.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Coisas boas #4 e Saudades #3

Tenho saudades de escrever cartas. E de as receber também.

Esperar pela hora do correio para ver se é dia de chegar uma carta.

Estar na expectativa de saber o que lá está escrito enquanto se abre o envelope.

Reparar nos pormenores.

Escolher o papel e a caneta mais adequados.

Saber que o que escrevemos muito provavelmente já não faz sentido quando lido passado uns dias, mas mesmo assim escrever como quem fala.

É tempo que sabemos que foi gasto a pensar na pessoa para quem escrevemos.

Depois vieram os mails, mas não há nada como abrir uma carta ao invés de abrir um mail.

Não tem comparação, mas já não se escrevem cartas.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Passear é tão bom, não é?

Nada como aproveitar o sol numa esplanada, ir ao cinema com boa companhia, tomar cafés e ir a jantares que nos deixem felizes e preenchidos, não é?

Também gostamos de estar em casa, sem fazer nada (ou não) ou simplesmente estar.

Mas a verdade é que o mundo lá fora chama por nós e há que o aproveitar. Queremos aproveitá-lo, mesmo, certo?

Nisso, tenho a certeza, somos todos iguais.

quinta-feira, 24 de março de 2011

E por falar em gostos e quereres

Devemos ser exigentes e querer o máximo a que temos direito. Porque merecemos, pura e simplesmente. Não temos que nos contentar com pouco ou com migalhas.

Temos (e queremos) ver esforço e luta e desafios e criatividade (contra mim falo, confesso, mas nada que não se queira mudar, também).

Queremos atenção, queremos sentir todos os dias que vale a pena e que estamos ali porque queremos.

Queremos companheirismo, planos partilhados e muita cumplicidade.

Queremos olhares que digam tudo.

Queremos sinceridade e honestidade, acima de tudo.

Queremos sentir a conquista dia-a-dia, nos pormenores, nos gestos, nas palavras, nos olhares, nas surpresas e na vontade.

Queremos poder ter a certeza, mas não dar nada por garantido.

Queremos paixão e carinho.

Claro que tudo é recíproco. No entanto, não devemos dar de nós tudo de uma vez. Não podemos sentir que estamos a dar mais do que o que nos é dado em troca. Tem que ser equilibrado, porque o barco não pode ser conduzido só por um dos lados.

Gostos não se discutem

Eu quando gosto, não gosto só um bocadinho, nem gosto assim-assim, nem mais ou menos.

Também não gosto com cinzentos. Gosto antes com branco e preto, vermelho e amarelo, verde, azul e cor-de-rosa, roxo e cor-de-laranja também. Há dias em que até gosto com as cores todas. E ao mesmo tempo.

Gosto com abraços e sorrisos e gargalhadas e beijos e festinhas. Mimos e mãos dadas também. Mas também gosto com lágrimas e vozes altas e caras feias. Mas gosto mais com sorrisos e alegria.

Gosto com lanches e almoços e jantares. Pequenos-almoços também são bons.

Gosto com cinema e filmes no sofá.

Gosto com surpresa e lembranças e pormenores. Com mails, mensagens e fotografias.

Gosto com música e dança.

Gosto com praia e calor e chinelo no pé. Mas também gosto com frio, luvas, chuva e trovoada.

Gosto com gelados e crepes e fruta. E com crepes com gelado e fruta.

Gosto com brincadeiras de criança e palermices. Mas também gosto com conversas sérias e planos feitos a dois.

Só sei gostar assim.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Coisas boas #1


Isto soa a Verão, a calor na cara, a óculos de sol e roupa fresca, a fins de tarde de esplanadas, gelados e chinelos no pé. A restos de areia misturada com protector solar. A manhãs e noites quentes. Ai o Verão que já chegava.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Da rádio

Desconfio que trabalhar na rádio deve ser do melhor que há. Então nos programas da manhã, melhor ainda. Excepto a parte de acordar cedo, claro. Mas a ver por alguns que costumo acompanhar (vá, são só dois) e pelos sorrisos e gargalhadas que me arrancam, aquilo deve ser uma animação pegada! Então há lá coisa melhor do que conjugar música com piadas? Tenho para mim que não deve haver. Pronto, não falando, claro, em dias de praia com sol e calor e gelados para acompanhar. Mas referindo-me em termos de trabalho, trabalhar na rádio deve ser mesmo das formas mais fáceis e divertidas de ganhar dinheiro. Falando no exemplo concreto da Rádio Comercial, temos 3 locutores do melhor que há (a começar, obviamente, pelo Pedro Ribeiro) e, na hora da Caderneta de Cromos, junta-se a eles o Nuno Markl. Mas há melhor? Chego a ter inveja sincera, daquela boa, do trabalho deles. É certo que é preciso criatividade e imaginação para entreter e divertir quem os ouve àquela hora da manhã. Mas também é preciso não esquecer que já são muitos anos de prática.
E por falar em Caderneta de Cromos, aquilo é uma autêntica viagem à infância/adolescência. Bem, por vezes é uma viagem à infância/adolescência deles, logo, nunca ouvi falar do cromo que eles estão a relembrar naquele dia. Mas mesmo assim, gosto muito de os ouvir. E há cromos em que vale mesmo a pena dizer "Ena pá, era mesmo! Que saudades!".

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Não gosto de elogios dados à toa.
Os elogios são daquelas coisas que sabem bem quando surpreendem. Quer pela pessoa que os diz, quer pelo momento/contexto em que são ditos. Sabem bem, fazem bem ao ego e é ver a auto-estima a subir até mais não.
Mas o que é demais também enjoa. Chega a um ponto em que já parecem forçados e que trazem água no bico. Podem até não trazer nada de nada, podem ser o mais sinceros possível, mas deixam de saber bem. Sabem a nada, mesmo. Irritam-me. É estúpido, se calhar é, mas não gosto. Pronto. Que fazer?
Os elogios deviam ser ditos mesmo para surpreender, para fazer sentir a outra pessoa como a mais importante e especial. E devem ser ditos no momento certo. Aliás, ditos no momento certo, é do melhor que há. Sabem a chocolate e a gelados e põem-nos sorrisos na cara.

sábado, 15 de maio de 2010

Tony Carreira nas noites da Queima das Fitas de Coimbra.

Acho que não preciso de dizer mais nada...
Tenho para mim que vai ser: gritos histéricos dados por meninas/miúdas/mulheres histéricas; t-shirts com a cara do Tony, sorridente até mais não, cheias de coraçõezinhos e frases bonitas que só elas ou ainda a versão que não pode faltar, em que cada t-shirt é uma letra do nome do artista (?) e depois andam juntinhas (isto partindo do princípio que são mulheres), para a palavra andar sempre bem escrita; cartazes com a bela da frase "Tony, faz-me um filho" ou "Tony, casava-me contigo". Às tantas de minha casa até as (os??) vou conseguir ouvir em coro (nããããoooo!!!).
Pronto, vale o objectivo da coisa: todo o dinheiro dos bilhetes vai ser usado para fins solidários. É a Noite Solidária. Felicito a iniciativa. Mas e fazer uma note solidária com outro artista, não?
Não tenho nada contra o senhor, que não tenho. Até que parece ser boa pessoa e tudo e tudo e tudo. Mas é quase como batas fritas e esparguete, não combina pá.
Rita, tu não leste nada disto, tá?? :)

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Cantar, dançar, sorrir, rir às gargalhadas, comer gelados e crepes, ler, ir às compras, passear, viajar, pôr a mochila às costas e ir, escrever, ver séries e filmes e cinema, andar a pé, conduzir de vidro aberto, praia e praia e bolas de berlim, sandálias e saias e t-shirts, flores coloridas e sol e calor, noite quentes, amigos, família, abraços e interesses genuínos, música que me apaixona e me deixa feliz, chocolate Nestlé, óculos de sol, fotografias, jantares, almoços e lanches que me preenchem, dormir, encontros e reencontros, vestir o traje e traçar a capa, ser estudante.
Apetecia-me tudo isto ao mesmo tempo? Pode ser? É possível?

terça-feira, 11 de maio de 2010

Mas porque é que este senhor escreve tão bem?*

"Esqueci-me de me esquecer de ti"

Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer, os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar. Sim, mas como se faz? Como se esquece?
Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saiem de lá. Estúpidas!
É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou de coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguém antes de terminar de lembrá-lo. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa, esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos distrairmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera, acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos, amigos, livros e copos, pagam-se depois em conduídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.
Porque é que é sempre nos momentos em que estamos mais cansados ou mais felizes que sentimos mais falta das pessoas que amamos? O cansaço faz-nos precisar delas. Quando estamos assim, mais ninguém consegue tomar conta de nós. O cansaço é uma coisa que só o amor compreende. A minha mãe. O meu amor.
As pessoas nunca deveriam morrer, nem deixarem de se amar, nem separar-se, nem esquecer-se, mas morrem e deixam e separam-se e esquecem-se. Mas é preciso aceitar, é preciso sofrer, dar murros na mesa, não perceber. E aceitar. Se as pessoas amadas fossem imortais perderíamos o coração.
Há grandeza no sofrimento. Sofrer é respeitar o tamanho que teve um amor. No meio de remoinho de erros que nos resolve as entranhas de raiva, do ressentimento, do rancor, temos de encontrar a raiz daquela paixão, a razão original daquele amor.
As pessoas magoam-se, separam-se, abandonam-se, fazem os maiores disparates com a maior das facilidades. Para esquecê-las, é preciso chocá-las primeiro. Esta é uma verdade tão antiga que espanta. Reparem como ainda temos esperanças de contorná-la.
Para esquecer uma pessoa não há vias rápidas, não há suplentes, não há calmantes, ilhas nas Caraíbas, livros de poesia. Só há lembrança, dor e lentidão, com uns breves intervalos pelo meio para retomar o fôlego.
Podemos arranjar as maneiras que quisermos de odiar quem amámos, de nos vingarmos delas, de nos pormos a milhas, de lhe pormos os cornos, mas tudo isso não tem mal. Nem faz bem nenhum. Tudo isto conta como lembrança, tudo isso conta como uma saudade contrariada, enraivecida, embaraçada por ter sido apanhada na via pública, como um bicho preto e feio, um parasita de coração, uma peste, uma barata esperneante: uma saudade de pernas para o ar.
Quando já é tarde para voltar atrás, percebe-se que há esquecimentos tão caros que nunca se podem pagar. Como é que se pode esquecer o que só se consegue lembrar! Aí, está o sofrimento maior de todos. Aí está a maior das felicidades.
[Miguel Esteves Cardoso, Último Volume,1991]
*E acerta sempre em tudo.

terça-feira, 16 de março de 2010

Gosto de ler blogues de outras pessoas. Gosto de imaginar que tipo de vida levam, como passam os seus dias. Uma faceta um bocado cusca, podem achar. Mas sobretudo, o que me leva a ler o que os outros escrevem é precisamente a forma como o fazem. Já me aconteceu chegar a um blogue e ficar de tal modo rendida que leio tudo do princípio ao fim, tal qual um livro. Fico fascinada como as coisas são escritas e confesso que por vezes sinto alguma inveja por não conseguir escrever assim. É que já me identifiquei totalmente com algumas ideias, já senti exactamente o mesmo, mas depois não encontro as palavras certas para o transmitir. Inspiro-me muitas vezes, fico com ideias para escrever, mas depois as minhas palavras parecem tão pequeninas comparadas com as que leio, que acabo por não escrever nada.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Detesto dias cinzentos de chuva. Detesto dias cinzentos, com ou sem chuva, aliás.
Detesto sentir as nuvens por cima de mim e não poder ver e sentir o sol.

O sol anima, põe sorrisos na cara, traz gargalhadas e gelados, casacos menos quentes e dias maiores.
Ainda não parou de chover hoje. Já chega de chuva, não?